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Segunda fase do Prêmio Consulado da Mulher – 1ª Parada: Bahia


A busca pelo vencedor da 6ª edição do Prêmio Consulado da Mulher de Empreendedorismo Feminino já começou. No começo do mês, nossa comissão técnica desembarcou na Bahia para visitar seis empreendimentos pré-selecionados.

“Os grupos pré-selecionados possuem histórias incríveis e durante as visitas foi fácil perceber que para muito deles o foco vai além da renda, o intuito também está ligado a quebrar barreiras do preconceito de raça, gênero e cultural”, disse Samara Espindola, educadora social.

Conheça os visitados pela educadora:

Categoria de Impacto Social.

Amora Brinquedos Afirmativos – Salvador, Bahia.

A missão da Amora Brinquedos Afirmativos, um ateliê de brinquedos afirmativos, é compartilhar e levar representatividade a crianças negras por meio de suas produções que também incluem eventos gratuitos com contação de história afro, oficinas e mais atividades lúdico-formativas que auxiliam no processo de desenvolvimento.

Durante os eventos gratuitos os brinquedos são doados aos presentes. E a metodologia usada pelo grupo é simples: a cada 1 brinquedo vendido, 1 é doado.

Categoria de Empreendimento Coletivo.  

Associação dos Trabalhadores Rurais da Comunidade de Lagoa do Canto/ Grupo Raízes – Teofilandia, Bahia.

O Grupo Raízes foi fundado em 2002 como uma resposta a um grupo de mulheres que buscavam alternativas para não ter que seguir o trabalho (doloroso e com pouco resultado devido à seca) nos campos de sisal.

Hoje, essas mulheres produzem alimentos que derivam da mandioca como biju, sequilhos, cupcake, farinha, bolos, tapiocas e pizza brotinho. Ademais essas mulheres também comercializam polpa de frutas, geladinho, sorvete, cocadas e geleias.

Cooperativa de Trabalho da Área de Produção de Alimentos e Refeição – COOPATAR – Jequié, Bahia.

A COOPATAR nasceu de uma ação da Associação das Donas de Casa do Estado da Bahia (ADCB), os também responsáveis pela sua inscrição no nosso Prêmio.

Em 2015 a ADCB em parceria com a Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia assumiu a responsabilidade pelo Restaurante Universitário Solidário no campus de Jequié, proporcionando a emancipação de um grupo de mulheres que em sua maioria viviam em situação de vulnerabilidade socioeconômica e/ou eram vítimas de violência doméstica.

A produção do grupo está ligada ao fato de ofertarem alimentação de qualidade e preço baixo ao público da universidade e as pessoas da comunidade.

Cooperativa Feminina da Agricultura Familiar e Economia Solidária de Valença – Valença, Bahia.

A Cooperativa foi criada há três anos para atender as demandas das mulheres agricultoras em nível de produção e comercialização de alimentos e também para atender as questões sociais devido à ausência de visibilidade para esse trabalho na região.

As mulheres do grupo produzem biscoitos, bolos, doces, salgados e sucos de diferentes sabores. Além disso, elas também criam novos produtos como o beiju de aveia e amendoim e um mix de temperos.

Culinária de Terreiro – Camaçari, Bahia.

A ideia do Culinária de Terreiro é unir comida com turismo étnico, quebrando preconceito ao falar do candomblé. A ideia do projeto, segundo a organização parceira, é fisgar o cliente pelo estômago com os minis acarajés fritos, xinxim de galinha, caruru, verduras e manjar de coco. 

Mulheres de Fibra – Feira de Santana, Bahia.

Criado com o objetivo de articular e fortalecer a cooperação dos grupos de mulheres produtoras através da comercialização, visando à participação feminina na construção do desenvolvimento solidário e justo. O Mulheres de Fibra produz alimentos com as matérias primas presentes na própria comunidade.

 

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